quarta-feira, maio 10, 2006

XTO FM


Pela mão do Pe. Jason Gouveia, nasce, em Portugal, a primeira rádio on-line de música católica.
Em emissão 24 horas por dia, partilha o melhor da música católica contemporânea produzida em Portugal, Espanha e América Latina. Também, nesta radio on-line, podemos ter acesso a inumeros links de outras emissoras on-line, sites e blogs de musica cristã.
Vale a pena conhecer e ouvir, mas principalmente divulgar o melhor que se tem feito a nivel de musica de inspiração cristã.
Para ouvir entra em: www.xtofm.no.sapo.pt

23 comentários:

Anónimo disse...

O século dezanove nao é tao actual. Certo?
Música católica? gostava de saber a definição.
Aquilo que é da Igreja católica nao se promove?!!! Porqué?!!
Este tipo de erros foram cometidos no século dezanove e deram início a um role de decumentos que a Igreja tem vindo a publicar para que nao se volte a cair neles...mas enfim, seria bom que se estudasse mais e que se buscasse mais claridade. Quem nao procura dentro da Igreja quando argumenta que está dentro da Igreja não ama a Igreja... certo !?

Confessionário disse...

Para o anónimo direi que música católica é aquela que os católicos tiverem como sua, aquela que os católicos cantarem...
Tb não será apenas aquela dos grupos corais da Igrejas ou das sonatas ou cantatas ou gregorianos que uns músicos de séculos passados compuseram...
Dentro da Igreja há muita coisa boa, a começar pela música... e a Igreja sou eu, és tu, somos nós. Dentro de nós há muita coisa boa, a começar pela música, pelo Deus que cada um conseguir cantar, da forma como souber e gostar de cantar!

E quanto à nova rádio, é muito porreira (num bom português): eu tenho ouvido e gosto. às vezes aparecem umas musiquitas mais, como dizer, que não fazem muito o meu gosto ou que roçam a desafinação. mas deve haver quem goste. Eu faço por ouvir essa rádio quase todos os dias...

Sempre Novo disse...

Lamento mas penso que primeiro vais ter de entender conceito a conceito.

Repara: Se te der na telha para inventar o conceito de´"música jaquina" ela passa a existir? francamente. Tenta criar um neologismo e podes esperar sentado para que entre no dicionário que não vai entrar. A comunidade falante e a peritagem culturalmente validada pela mesma comunidade é que pode com o tempo provocar isso. Agora "música católica" alem de ser um monumento de ignorância só pega onde reina a baralhação. É um desrespeito ( que ninguem vai levar a mal) pela comunicade católica e um acto de egemonia.
Isso é um género? Ou pensas que ha música própria para catolicos? Eu sou católico e canto, ou cantei, o "fui ao jardim da Celeste" ("é a música que os católicos cantam").
E pergunto qual a música que tu pensas que "os católicos tiverem como sua"? Podes identificar isso culturalmente? Não me parece. E podes elaborar um inquérito com a pergunta " se es católico que música identificas como tua?" ..
Era mais fixe perguntares a entidade que pode falar pelos católicos qual a música que os identifica. lolol ou então seria melhor perguntares à Igreja se tem algum tipo de música sua... mas para isso basta leres os documentos do agistério que te faltam ler e outros auxiliares.
"dentro da igreja há muita coisa boa"... eu diria antes que "dentro da Igreja, santa e pecadora, ha um fundamento bom (santo) e tb há muita coisa má... no aspecto musical o panorama é identico.
Sim a igreja somos nós mas cada um participante a seu modo... Não vá o padre passar-se por Papa ou áluno por professor ( cada coisa no seu lugar porque o pantaismo ja foi condenado como doutrina tal como o relativismo).
Sonatas? não são música sacra mas fiquei sem saber se no teu entender serão música católica.
E quanto ao "como souber e gosta de cantar" eu tenho a lembrar que tanto se canta para Deus como ao Diabo e que as coisas devem ter o seu lugar e ser encaradas com responsabilidade, pq a 300m de mim mora uma senhora que gosta de andar nua em casa mas não vai assim para a rua... entendes me?
Quero tb lembrar que entendi a tua refer~encia aos "aqueles grupos corais" ("aqueles")que tentão cantar e não cantam e músicos que tentam tocar e não tocam. Uma vaidade, modismo e ambição deformada que levaram no seculo 19 a pouca vergonha às celebraçoes... Os Papas alertaram e magistraram para que o erro nao voltasse, definiram o que é ou não é a música na Igreja.... mas pronto... espero que defendas mais o que a Igreja e defende em x de perderes tempo com coisas mais passageiras.
Fico triste por ter de ser eu a apelar-te, quando esperava que fosses tú a ensinar-me (acredita)
Olha vai ver umas cenas aqui, pode ser que ajudem: http://pequeno-comentrio.blogspot.com/

Agora ja devo tar identificado nao ?

Sempre Novo disse...

e responde lá que desta escrevo 2 paginas lol

Anónimo disse...

Como tudo é relativo, sempre novo. Até a musica sacra! Quem já participou numa missa em Africa, na América Latina... sabes bemcomo a participação das pessoas é diferente... ou a participação das pessoas não é importante... nem só a elevação nem só a participação... o equilibrio entre as duas coisas.
Porque será que os autores de musica sacra são quase os mesmos em Portugal desde há décadas. Talvez se queiram eternizar... talvez só eles é que sabem fazer as músicas adequadas para louvar a Deus?!!!
Esta de não pudermos falar de musica católica contemporânea (de mensagem e liturgica) parece me pouco razoável!!!
A alguns liturgicas fazia-lhes bem passar algum tempo em Africa ou na América Latina. E não digo mais.
um colega.

Anónimo disse...

Fizes-te bem em dar a conhecer esta rádio. Pelo menos a mensagem destas musicas é simples e positiva!!!
Força não desanimes em divulgar "musica católica contemporânea"!!!

sempre novo disse...

Ora viva. Aqui estou eu.
Já repararam que há um monte de jovens com preconceitos? Parece que um disco riscado anda a repetir frases feitas.
Ao “anónimo” dedico este texto:
Se Cristo fosse relativo…. Se tudo for relativo…. Se tudo for relativo então o Papa Bento XVI não tinha condenado A DITADURA DO RELATIVISMO …. Para não estar a estender me muito dou o exemplo de que a cultura do relativismo (tudo é relativo) deu avanço a tudo ser permitido por assentar na supra suma autoridade do EU ou do colectivo massivo. Este reinado do relativismo acaba por ser uma ditadura onde quem ganha é o mercado de consumo e a política de maças. Tudo é relativo? Tenta ver-te no tempo de Jesus, mais propriamente na paixão e repara nas atitudes tão diferentes de todos os intervenientes. Vais responder o que? Que Pilatos, que o Sumo-sacerdote, que Maria ou que Simão de Cirene agiram relativamente a não sei o que e por isso não são responsáveis pelos seus bons ou maus actos? Sabes que esse tipo de relativismo é igual ao que um dia alguém disse: “a maior arte do diabo é fazer acreditar que ele não existe”.
Desculpa lá estar a ser “pesado” mas é a natureza da circunstância.
Quanto às celebrações de culturas muito diferentes, caso dos países das missões, a Igreja é clara nisso quando no Concilio Vaticano II, pelas suas grandes diferenças culturais até outra abordagem musical ser possível e justificável. Sabes que pessoas que marcaram o pensamento da humanidade, como é o caso de Carl G. Jung ou talvez David Hume, teriam mandado inferir ao contexto. Então a cultura é o que? Pensas que é uma questão de superficial apresentação de coisas? Ou será uma questão tão tão profunda que nos influencia e molda? Quando referes as celebrações na Africa pensa que depois da celebração foram comer tapioca e que provavelmente não gostaste, ou que estava calor e não frio etc… Sabes porque a cultura deles é diferente? Porque a historia, a geografia, a língua, o contexto que os moldou por séculos e séculos é própria. E por ser própria temos de ter isso como realidade que é e não como aparência? Este contexto é aquilo que se sugere quando queres referir o “relativo”… Se experimentares trocar o “relativo” por “contextual” vais ver que as coisas ganham uma dimensão coerente.
Tal como é natural que na nossa cultura uns estejam mais afastados do entendimento do “quem somos”, é natural também que se torne mais difícil para alguns partirem da sua realidade cultural e prefiram fugir. É preferível em entender a proposta da Igreja, entender quem somos do que dizer que a “galinha da vizinha é melhor que a minha”. Então pode ser que nem sequer queiras conhecer a tua galinha e estejas a tentar não a encarar e contribuir.
A nossa realidade é que temos música na liturgia que tanto pela origem como pelo uso não tem nada de sacro ou litúrgico. Repara que temos na maior parte das dioceses um fenómeno assustador. Por um lado temos as velhinhas cantadeiras e carpideiras que tornam as celebrações um funeral, do outro lado temos os jovenzinhos que não entenderam que na actualidade qualquer um tem conceitos de comunicação, música, recolhimento ou stress. Depois temos aquilo com mais piada que são os pseudo litúrgicos ou os românticos convictos. Todos são fruto do mesmo problema: Falta de reflexão sobre referências.
Então não há boas referências em Portugal? Claro que há embora sejam ainda poucas, mas o número tem crescido e consequentemente, como aponta a sabedoria do magistério, essas comunidades amadurecem a olhos vistos.
Reparo que não tens uma opinião de quem vem dos “pseudo litúrgicos” ou das “velhinhas” mas sim dos “jovenzinhos”.
Bem mas tudo isto também foi fruto de erros que fazem parte da cultura europeia que teve uma resposta nos documentos vários que o Magistério nos oferece e vem reforçando. Espero que isso não seja motivo para alguém achar que o magistério não tem valor ou tenha valor “relativo”. A música fora do culto no espaço sagrado e ainda mais no culto é coisa para profunda formação, é ministério que tem sido tratado como se tem visto. Repara que as escolas de Ministérios Litúrgicos e escolas de Música Sacra não existem em algumas dioceses ainda. As consequências são visíveis. O vazio instalado foi ocupado com qualquer proposta que tapasse o buraco, e o resultado foi repetir as antigas asneiras facilitistas. Não deve ser remendo novo em pano velho nem remendo velho em pano novo, porque o pano novo que tem de ter remendo também já não é novo.

Falas nos músicos sacros. São os mesmos há décadas? Ou conheces os mesmos há décadas … olha pessoalmente conheço em Portugal mais de 20. Uns têm “público”, outros não. Mas todos eles são licenciados em música sacra. Depois há uma grande diferença entre duas linhas de escolas de onde derivam músicos sacros um pouco diferentemente preparados. Uma linha potencia os seus músicos somente para o modelo gregoriano e outra linha para todos os géneros. Alem disso a primeira, não requer grandes qualificações de ingresso e a outra é mais exigente. Mas isso são coisas de esferas altas e que devemos olhar com respeito e com a certeza que são benefícios para todos nós. Há músicos sacros melhores? Claro. Repara nestas palavras que o Magistério profere num conhecido documento “é tanto mais litúrgica quanto mais intimamente relacionada com o texto”. Este “quanto mais” indica, por consequência que o compositor pode ser ou não melhor sucedido que o seu colega. E seria muita ignorância nossa avaliar um determinado cântico pelo censo comum. Lembro que o músico sacro que maias outros músicos sacros fez é o mais “usado” em Portugal, alem disso si que não sabes que devíamos ter vergonha de ter uma referência MUNDIAL do desenvolvimento da música sacra no sec. XX e XXI e tu nem saberes como não sabem muitos.

O problema não é a falta de músicos sacros mas sim as estruturas que temos. Repara que há dioceses que não têm Comissão Diocesana de Música Sacra ou ainda pior, há dioceses que têm mas que não têm músicos sacros e tentam remediar com pessoas que têm licenciaturas em música ou formações complementares ou cursos de vertente musical sacro sem que alguma actualização tivesse sido feita. Conto um caso triste de uma diocese que rejeitou um programa de música sacra por músicos sacros e aprovou o “Lago dos Cisnes”. Depois de averiguações veio a descobrir-se o seguinte: A dita comissão não tinha nenhum licenciado em música sacra; o programa proposto rejeitado vinha escrito, na proposta enviada, na ligue natural do compositor, Alemão, e na dita comissão, como não havia conhecimento de tal obra monumental. No segundo caso o director da orquestra era amigo dos senhores padres da comissão alem de argumentarem que era difícil dizer que não a tal orquestra tão conhecida ali no distrito. Enfim.

Outro Problema é a mentalidade dos responsáveis subordinados nas paróquias. Estou a lembrar-me de casos em que “quem sabe é o maestro” e não “o maestro tem de saber”. Claro que o “maestro” não é um agente com formação para tal mas sim uma pessoa a quem foi entregue um papel na liturgia, e dai o primeiro grande entrave. O mesmo de todos os outros agentes. E depois estes são aqueles que vão às pequenas formações e convívios de onde vêm iguais: muda alguma circunstancia mas a base sempre igual porque radica numa carência de maturidade de conceitos para os quais não estão aptos. Então acontece que estas pequenas formações acabam por reforçar o autoritarismo “eu fui às formações todas e então sei”, e o problema continua.

“Talvez se queiram eternizar... talvez só eles é que sabem fazer as músicas adequadas para louvar a Deus?!!!” A questão não é essa a questão é que a música sacra não é uma intenção mas uma realidade. Quando queres tratar da saúde não vais a um médico? Quando queres construir uma Igreja não procuras um bom arquitecto? Então? Já reparaste que a medicina não é coscuvilhice de comadres sobre toma de medicamentos? Já reparaste que o Joãozinho que ate tem geitinho para construir castelos de areia não é o mesmo que um arquitecto? Já reparaste que a Igreja te ENSINA que a “música é a arte mais significativa na Igreja” e que te ENSINA que a música sacra tem a característica de ser “verdadeira arte”? Se estás a falar em artesanato musical então essa é outra conversa que não entra na questão da Arte… Separa o conceito de Arte e Artesanato, que se tocam mas são opostos. Já reparaste que na Bíblia tens os SALMOS compostos textualmente e musicalmente por alguém inspirado e grande músico? Olha que o rei David não devia ser lá muito ignorante como Cristo não era. E no templo? Que música tinhas? E Fora do templo que musica tinhas? Há pois é. Uma coisa é olhares as coisas não contando que a humanidade existe. Tens de abrir os horizontes. É um desafio que não é fácil e requer desenvolvimento pessoal e conhecimento prático e conhecimento teórico, alem de não valer excluir as informações que não nos convêm. Mente aberta ok?

“Esta de não pudermos falar de musica católica contemporânea (de mensagem e liturgica) parece me pouco razoável!!!”. Espera lá, música católica contemporânea? Podes… então não podes!? Não sei se deves mas eu até no outro dia estava a contar uma anedota picante, mas imagina que na igreja ao rezares o terço colectivamente o padre lembrava-se de contar a mesma anedota. Pode? Pode pois então não pode?! “É relativo”.

Volta a ler o que tinha escrito. Que parte não entendeste? Olha lá a “música rererer” existe? Posso falar dela? Fala-me lá dessa “música católica” que ninguém ainda explicou o que é. Música de mensagem não é género mas existe e define-se segundo o objectivo da letra. E a música litúrgica não tem nada a ver com a música de mensagem. A música contemporânea existe e não tem nada a ver com música de mensagem e pode ter ou não com a música litúrgica. Mas pelo tipo de pergunta que deixas demoraria muito tempo e muitas páginas para ir explicando, coisa que os senhores padres deveriam ou explicar-te ou então remeter-te a quem é da especialidade. Mas enfim.

Já estou a ver que te andaram a aculturar no sentido de que a música de mensagem é música contemporânea. Não foi? E que a música de mensagem é musica para a liturgia. Foi? E que a musica católica é uma coisa que não sabem definir porque não é sustentável, mas dava jeito sustentar certa música como coisa justificável no ceio da Igreja. Certo?

Quanto aos liturgistas não era em Africa nem em Marte. Não s pode entender a liturgia sem se entender o Homem. Não se pode entender a “participação” sem saber nada do processo semiótico. Alguns liturgistas deveriam descobrir primeiro o conceito de “signo”, “símbolo” e as suas categorias. Porque o problema da música no culto passa em primeiro lugar pelo problema de alguns tratarem a sofisticada mentalidade actual como se fossemos palerminhas. Tú e eu somos “frutos” de uma liturgia que é proposta muito bem mas que é entendida e consequentemente praticada muito mal. O que eu me rio com o conceito de “participação”. Este conceito, que é fantástico, quando cai em mãos de alguns liturgistas (cuidado que há muitos), toma logo forma daquilo que não é a participação. Participação não é verbalização ou agitação. Coitados dos cegos, mudos, paralíticos que seriam menos filhos de Deus que os outros. A participação só se põe em causa depois de preparação de uma celebração contar que garantiu o aspecto comunicativo semiótico. Mas enfim… isso levaria alguns a ter de tirar mais doutoramentos e isso é difícil ou ainda é difícil de acontecer. Depois resultam celebrações onde muitos experimentam o sentimento de algo que “não encaixa”, umas celebrações são pesadas e outras são palhaças porque o problema não está naquilo que parece mas naquilo que é. Que acaba por ser o mesmo problema que se passa na música, usa-se a música como coisa a violentar e não como coisa em que se respeita a essência. Enfim… muita tinta podia rolar…

Eu também não sei a tua idade nem tenho qualquer dado para saber qual a melhor forma de te explicar certas cenas … mas espero que o que te escrevi seja motivo de reflexão e de busca.
Deixo-te um pensamento: O “velho” já foi “novo” ontem, e o “novo” será “velho” amanhã. O “novo” e o “velho” são etapas diferentes, no tempo, de coisas que se gastam todos os segundos. Podemos criar coisas “novas” e coisas “velhas”. O “homem novo” descobriu o eternamente novo, aquilo que passa e engloba o simples material das coisas. A “verdadeira arte” tem como ferramenta a mera “estética”, e esta vai e vem com a moda, serve somente para entreter os sentidos quando desprovida de arte, é simples artesanato, e a outra, quando existe é a alma da estética. A música sacra fora do culto ou dentro do culto (litúrgica) é do nível de verdadeira arte.

Espero que o texo suscite muitas duvidas =)

Devo ter escrito algumas cenas rápido de mais... eheh

Anónimo disse...

para a próxima devem ser 3 paginas e não duas =)

lol

Anónimo disse...

ops ... foram 4 paginas desta x ....

ui ui disse...

Uiui, este gajo fala caro!!! Utiliza palavras como quem bebe um golito de vinho tinto: fácil a entrar e difícil a sair. Utiliza-as, mesmo sem significado. Eu até entendo o que pretendes dizer, mas parece-me que não te sabes explicar muito bem. Mas o pior mesmo são os erros ortográficos que dás. Caramba, até podes perceber de música. Mas não percebes nada de ortografia. Só te receitaram livros de pautas?!... e eu que até me dei ao trabalho de ler até ao fim! Deves ser mesmo músico, deves!

Sempre Novo disse...

olha o "ui ui"
o pá 4 paginas? De tudo o que leste é o que te ficou? Pelo menos leste =)
Não há no texto partituras mas sim referencia a coisas mais altas. Cada um escolhe o que mais lhe convêm. Vamos falar do resto ou ficas pelo aspecto exterior do texto?

Sempre Novo disse...

"ui ui" es como o vinho branco muito claro mas sem corpo. eheh

Sempre Novo disse...

"ui ui" para estar mais atento ao texto que ao conteúdo vai ler noutro lado que há muito por onde te possas instruir. Mas gostaste do conteúdo?
Palavras caras nada... não estou a contar que todos os que aqui entrem sejam ignorantes. Como podes ver até o texto é muito fluente e não é cuidado. Ser jovem não é ser rasca. Sugestões?!.... Criticas……!?

Sempre Novo disse...

desculpem lá estar sempre a tagarelar eheheh ...mas normalmente teclo com muito tipo de pessoas para trocar ideias ... mesmo doutrados a pedido da NASA... não me estou a gabar mas eles gostam mais do conteudo das conversas ... mas prometo estar atento ao "como escrevo". Tks

Nova Evangelização disse...

Gostei da radio, vou divulgar

António Maria

Sempre Novo disse...

Resolvi postar um texto, que não é meu. O intuito é pássaro do “gostar” ou “não gostar”; esse tipo de argumento relativista que abusa do termo vazio “sensibilidades”. Reparem o que encontrei na Wiipédia:
“O metal cristão ou white metal é um gênero musical que engloba todo estilo de metal que possua letras cristãs. Muitos não o consideram um gênero musical, por ser um termo muito abrangente. Esses o consideram apenas uma nomenclatura que agrega todos os estilos de metal com letras cristãs. A verdade é que white metal pode referir-se a qualquer estilo de metal (glam, heavy, power, symphonic, etc) que possua letras cristãs.
A classificação white metal pode ser associada à do black metal: ambos se referem a subgêneros musicais do metal quanto ao tema das letras das músicas, e é importante ressaltar que os estilos em questão são opostos incompatíveis.
O termo "white metal" é preferido por não cristãos, enquanto o termo "metal cristão" é preferido por cristãos, mas isso não é uma regra.
Duas das primeiras bandas de metal cristão foram Rez e Jerusalem, mas a primeira a popularizar o gênero foi o Stryper com o seu glam metal.
Uma vez que o metal costumeiramente esteve associado a uma imagem de sexo e satanismo, o metal cristão tem sido criticado com frequência e recebido certa resistência pela igreja tradicional. Apesar disso, as bandas de metal cristão têm persistido e cada vez mais se multiplicam, possuindo estilos que vão desde o evangelismo claro como as primeiras formações do Stryper (conhecidos por atirar Bíblias para o público) a outras bandas como os King's X (que tentaram evitar a associação ao metal cristão, embora demonstrassem uma forte influência cristã em muitas das suas letras).
Atualmente já existem bandas cristãs de todos os estilos de metal, desde rock, a unblack metal (um gênero do metal semelhante ao black metal, mas com temas cristãos), passando por heavy metal, thrash metal, death metal, doom metal, entre outros.
Entre as bandas de metal cristão, podemos citar:
• Antestor -- Unblack metal
• As I Lay Dying --
• Believer -- Thrash metal
• Bloodgood -- Heavy metal
• Extol -- Unblack death thrash
• Jerusalem
• Horde -- Unblack metal
• Stryper -- Heavy metal / Glam metal
• Mortification -- Thrash death
• Narnia -- Heavy metal
• King's X
• King of King's
• The Crucified
• Whiteheart
• Whitecross
• Morphia -- Doom metal
• Eterna -- Heavy metal
• P.O.D. -- New metal
• Tourniquet -- Heavy metal
• Blindside -- New metal
• Virgin Black -- Gothic metal
• Seventh Avenue -- Metal progressivo
• Rosa de Saron
• Bride
• slechtvalk -- Unblack metal
• ARCANJO -- Thrash metal
• CORPUS -- Death metal
• Crimson Thorn -- Death metal
Unblack Metal
"Unblack metal", ou como alguns gostam de chamar, "black metal cristão", consiste de bandas cristãs das quais a sonoridade é igual ao do black metal mas com a letras diretamente cristãs, que falam realmente de Deus e Jesus Cristo, fazendo um oposto a ideologia do black metal, que quase sempre é associado a Satan.
Algumas Bandas
- Antestor (Noruega) - Vaakevandring (Noruega) - Frosthardr (Noruega) - Crimson Moonlight (Suéçia) - Slechtvalk (Holanda) - Frost Like Ashes (EUA) - Império de Cristo (Brasil) - Zacai (Brasil) - Azbuk (Brasil) - Ira Divina (Brasil) - Devotan (Brasil) - Sarcross (Brasil)
Mais também existem bandas do meio cristão que as letras tratam de outros temas além do Cristianismo (ex: Morphia & Immortal Souls), mas verdadeiramente o unblack metal tem letras de louvor e adoração ao Deus Cristão.”

Sempre Novo disse...

Desculpem.... mas olhem isto, a mesma fonte do texto anterior:

"Punk cristão
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Origens


A origem do punk cristão vem do fracasso da cena secular no final dos anos setenta e inicio dos anos oitenta. Enquanto o movimento de Jesus deu a ascensão às instituições culturais tais como o JESUS PEOPLE (JPUSA) onde se juntaram Punks desiludidos com a cena e os hippies que buscavam pela verdadeira paz e amor, estes serviram como um trampolim para várias subculturas cristãs incluindo o movimento punk cristão. Crashdog é uma das bandas que nasceram em JPUSA.




[editar]
Crescimento de uma cena "subterrânea"

Baseados na sua fé em Jesus Cristo, e em um verdadeiro sentimento de mudança, e inspirados por bandas com mensagens positivas como Minor Threat, começaram a surgir os grandes pilares da cena Hardcore Cristã como: Strongarm, Society Finest, Six Feet Deep, One Bad Apple, The Crucified, Unashamed, Officer negative, Spite of Opposition, Stavesacre, No Innocent Victim e The Blamed, e no decorrer dos anos 90 a nova escola surge com força total com bandas como Zao, XdiscipleX A.D, Norma Jean, Point of Recognition, Figure Four, Focal Point, Anchor, Dodgin Bullets. o crescimento foi muito rápido tendo forte aceitação.

Durante a década de 1990 a cena cresceu, bandas tais como: MxPx e ninety Pound Wuss começaram a ganhar espaço na grande mídia.




[editar]
A cena atual



Depois de muitos anos de militância conseguimos o respeito e o fortalecimento da cena, hoje temos grandes bandas, festivais, selos e gravadoras, a mais importante é a Facedown Records, essa possui os grandes nomes em seu cast, o grande berço do Punk / Hardcore Cristão é o EUA, também existem bons trabalhos no Guatemala, Porto Rico, Brasil, Alemanha.




[editar]
Principais bandas do cenário atual



No Innocent Victim, Jesus Wept, Zao, Norma Jean, Underoath, Sinai Beach, Symphony In Peril, Jesus Skins, Christen punks, Christ core, One 21, Hanover Saints, Alove for Enemies, Trauma, Hit the Deck, Clear Convictions, Bloodlined Calligraphy, Shockwave, The Deal, Bloody Sunday, Seventh Star, As I Lay Dying, Trino, Sangue Inocente, Hasta Cuando?, Desertor, C*treze, Enciende, Invazão,R.A.S-(sigla para Resista até o Sangue).




[editar]
Cristão e Punk?



A aceitação do punk e do Hardcoreano Cristão é desafiada às vezes por membros da cena e em algumas igrejas Cristãs. Pode uma pessoa ser cristã e punk? Para os militantes no punk e no cristianismo Há uns elementos fortes do anti-autoritarismo em ambos. Combatemos a hipocrisia tanto do governo quanto da Igreja que impõe regras ao povo. Uma ilustração desta é vista no conceito da "anti-conformidade" ao mundo. Dentro desta perspectiva, a opinião do cristão do anti-conformismo é diferente do punk não Cristão. A razão do cristão para o anti-conformismo é encontrada no livro de Romanos na bíblia: "não se conforme aos padrões deste mundo, mas seja transformado..." a bíblia diz aos cristãos para não se conformarem.

Alguns podem discutir, “mas o punk está de encontro à religião”? Os punks cristãos não concordam com a religião tampouco. Dizem que o cristianismo real não é uma religião porque não se baseiam sobre rituais e regras. Acreditam num relacionamento com Jesus, não em uma religião. Contudo são fortemente sustentados por um relacionamento pessoal com Jesus Cristo, separados das regras e tradições."

lindo ..... gostaram?! eheh

Sempre Novo disse...

Vou encontrando e colocando aquí ... vale a pena:

"Oficina G3
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Criada em 1989 é uma banda de rock gospel de destaque atualmente.

Porque OFICINA G3?

A sigla G3, causa de grande polêmica, é a abreviatura de Grupo 3 porque na igreja onde eles tocavam havia várias bandas de louvor que se revezavam e eles eram o Grupo 3. Em São Paulo o grupo resolveu entrar em um concurso de música gospel, não possuindo um nome resolveram utilizar a sigla G3. Mais tarde, resolveram mudar de nome e escolheram "Oficina", procurando dar a idéia de um conserto do homem com Deus. Na verdade, a banda já era conhecida por "G3" então aconteceu uma junção dos dois nomes. O que foi bom pois o nome facilita a aceitação por parte dos não evangélicos, como explica Duca Tambasco: "Tem muita gente que vai aos shows sem saber que a banda é gospel. Chegando lá, curte o som, e quando percebe, já está cantando, aceitando Jesus e indo embora salvos. É uma forma de chegar a locais onde o evangelho não chega, afinal um dos nossos objetivos é saquear o inferno". No começo a banda tinha dois guitarristas, um baixista, um bateirista e um vocalista. O único músico que sobrou da formação original é o guitarrista Juninho Afram.

[editar]
Discografia
2005 - CD "Além do que os Olhos Podem Ver"
2002 - CD "Humanos"
2002 - Coletânea "Platinum"
2002 - Coletânea "The Best of"
2002 - DVD "O tempo"
2000 - CD "O tempo"
1999 - "Acústico Ao Vivo"
1998 - "Acústico"
1996 - "Indiferença"
1993 - "Nada é tão novo, nada é tão velho"
1990 - "Oficina G3 Ao vivo"
[editar]
Formação Atual
Ataulmente a banda é formada por Juninho Afram (Guitarra e vocal), Duca Tambasco (Contra-Baixo) e Jean Carllos (Teclado). A banda conta com a participação também do Lufe(bateria) e do Déio Tambasco(guitarra)."

lol

Gospel Music disse...

wow great blog...happy I found it - by franklin hero kirk - check that p;age as well

disse...

E ele é Bô!!!

É destas coisas que precisamos para levar a nossa música católica mais longe...

anda por aí muita boa gente a produzir musica católica de grande qualidade...

puxem por ela...

abraço po Maestro!!!

Anónimo disse...

não adianta ... uma pessoa farta-se de escrever para nada ... Alienações.
O mundo ta perdido... ai ai

João Bragal disse...

Música católica? lol
Esperem lá.. entao um gajo é católico e canta o "´nos pimba" é musica catolica ?
LOLo :P

Católica Contenporanea... ai ..
de todos os géneros?! Granda salada
PAROLOS lol

João Bragal disse...

Música católica? lol
Esperem lá.. entao um gajo é católico e canta o "´nos pimba" é musica catolica ?
LOLo :P

Católica Contenporanea... ai ..
de todos os géneros?! Granda salada
PAROLOS lol